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Resultados da 11ª Fase da Operação Mute no Pará

Descubra como a 11ª fase da Operação Mute no Pará resultou em zero ilícitos nas prisões, destacando a eficácia dos protocolos de segurança.

18/05/2026 às 21h46
Por: Redação Fonte: Agência Pará
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Efetividade em protocolos de segurança | Foto: Edivaldo Sodré / Ag. Pará
Efetividade em protocolos de segurança | Foto: Edivaldo Sodré / Ag. Pará

As ações de fiscalização e segurança desenvolvidas pelos órgãos públicos do Pará têm reforçado o controle nas unidades prisionais e contribuído diretamente para a prevenção de crimes. Com operações integradas, uso de inteligência e protocolos rígidos de monitoramento, o Estado vem ampliando as estratégias para garantir mais segurança dentro do sistema penitenciário e fortalecer a ordem pública em todo o território paraense.

A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) realizou, nesta segunda-feira (18), a 11ª fase da Operação Mute no Pará. A iniciativa nacional é coordenada pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen) e acontece simultaneamente em presídios de todo o Brasil, com o objetivo de combater a comunicação ilegal entre detentos e pessoas fora das unidades prisionais. Até o momento, o balanço das revistas no Estado aponta que nenhum material ilícito foi encontrado.

As ações ocorreram no Complexo Penitenciário de Santa Izabel, na Região Metropolitana de Belém, envolvendo policiais penais das unidades prisionais, além do apoio das equipes especializadas do Grupo de Ações Penitenciárias (GAP) e do Comando de Operações Penitenciárias (COP).

Durante a operação, as equipes realizaram inspeções completas nas celas e demais áreas das unidades, com foco na identificação de materiais proibidos, aparelhos eletrônicos e possíveis danos estruturais.

Protocolos reforçam segurança no sistema prisional

O secretário-adjunto de Gestão Operacional da Seap, Ringo Alex Rayol Frias, destacou que o resultado positivo comprova a eficiência das medidas de segurança implantadas no sistema penitenciário paraense.

Segundo ele, a Operação Mute vem se consolidando ao longo das edições e demonstra o fortalecimento dos protocolos adotados pelo Estado. “O Pará mantém um sistema de controle rigoroso e, em todas as fases anteriores da operação, não foram encontrados aparelhos de comunicação móvel dentro das unidades prisionais”, afirmou.

Ainda de acordo com o secretário-adjunto, o monitoramento contínuo das unidades contribui diretamente para a segurança pública e para a manutenção da ordem social no Estado.

O diretor das unidades de segurança máxima e coordenador-geral do Complexo Penitenciário de Santa Izabel, Jefferson Luiz Leite da Silva, explicou que a operação também reforça os procedimentos internos de fiscalização. Ele ressaltou que, além da busca por eletrônicos e outros ilícitos, as equipes verificam as condições estruturais das unidades, mantendo o cumprimento dos protocolos previstos na Lei de Execução Penal.

Já o subcomandante do Grupo de Ações Penitenciárias (GAP), Edney Marques Araújo, destacou a atuação constante das equipes especializadas em todas as fases da operação no Pará. Segundo ele, nenhuma das revistas realizadas até agora encontrou celulares ou outros materiais ilícitos dentro das celas, principal alvo da ação nacional.

A Operação Mute integra a estratégia nacional de fortalecimento da segurança no sistema prisional brasileiro, por meio de ações de inteligência, fiscalização e controle interno nas unidades penitenciárias.

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