
A Meta está expandindo suas fronteiras de monetização com o início dos testes do WhatsApp Plus. Diferente da versão Business, voltada para empresas, esta nova modalidade premium é focada no usuário final que deseja maior controle sobre a estética e a funcionalidade do mensageiro mais popular do mundo. A descoberta foi feita pelo portal WABetaInfo, que identificou as primeiras movimentações nos códigos e na central de ajuda da plataforma.
O grande diferencial da assinatura é a personalização. Pela primeira vez na história oficial do aplicativo, a Meta permitirá que os usuários saiam do padrão verde e branco, oferecendo uma gama de temas, ícones customizados e adesivos exclusivos com efeitos visuais que não estão disponíveis na versão gratuita.
Embora a Meta ainda não tenha oficializado o lançamento global, os dados indicam que os valores devem ser acessíveis para incentivar a migração em massa. Estima-se que a mensalidade gire entre US$ 1 e US$ 3 (aproximadamente R$ 5,00 a R$ 15,00). Para os indecisos, a empresa planeja oferecer um período de degustação gratuita de 30 dias.
Um ponto fundamental para os usuários tradicionais é que a Meta não colocará funções essenciais atrás de um paywall. O envio de mensagens de texto, as chamadas de voz e vídeo, além da segurança via criptografia de ponta a ponta, permanecerão gratuitos e ilimitados para todos os bilhões de usuários da base atual.
Este movimento não é isolado. A Meta aplica a mesma lógica no Instagram Plus, onde testa recursos como "super curtidas" e Stories que duram mais de 24 horas. O objetivo é criar uma camada de serviços "Pro" para usuários que passam grande parte do dia nas redes sociais e buscam uma experiência mais refinada e organizada.
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